Vida noturna
Passei o último dia sem escrever porque nao tive tempo mesmo, nao que tivesse incrivelmente ocupado, mas fiz bastante coisa. Tive que fazer minhas primeiras compras, porque nao dá pra ficar comendo fora todo dia, mas comprei só coisas pra café da manha, ainda nao tô preparado pra me arriscar a fazer um almoço ou algo assim. Enquanto isso vou sobevivendo à base de pizza mesmo, que é bem barato e enche a barriga. Tenho gastado muito mais do que planejava nesses primeiros dias, mas acho que é normal, até se situar e a situaçao se normalizar um pouco.
Bom, anteontem, depois que escrevi, fui com uma pancada de gente pra um show de uma banda de ska chamada Dancing Moods, muito boa, mas nao imaginem nada ultra feliz e quadriculado como se tende a pensar quando se fala em ska. Era uma banda só instrumental e mais cadenciada. Nao fiquei até o fim porque o Jan começou a passar mal e saí com ele e a Laísa pra acompanhá-lo à parada de ônibus. Falando em ônibus, andei pela primeira vez num aqui esse dia e é muito mais... hm... civilizado, aqui. Eles nao tem cobrador, você simplesmente poe umas moedinhas (80 centavos!) numa máquina e entra, mas nao entendi muito bem como sabem se você pagou ou nao, porque nao tem uma catraca nem nada, de qualquer forma, todos pagam. Ainda nao sei andar por aqui, a cidade é imensa e confusa, com muitas ruas diagonais e pra se perder é fácil, fácil. Mas prometo dar uma estudada no guia. Bom, depois do show fomos à um bar em Palermo, que é um bairro com milhoes de bares, cafes e discotecas. E praticamente todos de muito alto nível, bem diferente da maioria de Brasília. A cidade é mesmo linda, e se pode andar pelas ruas tranquilamente, sempre tem um guarda por perto. Mas claro que esses sao só os bairros mais turísticos.
Mas enfim, ficamos lá no bar até todo mundo ficar completamente bêbado e começar a fazer baderna, catando alto, batendo nas mesas e tudo mais. Comandados pelo John, que exceto pelo fato de falar 4 idiomas, é o típico inglês, sempre pronto pra festa; e o Javier, que é o argentino, meu companheiro de quarto.
Essa parte foi a mais chata, porque acabei meio isolado, já que nao falo muito com as pessoas que tavam na mesa ao meu redor, mas bem, o bar fechou e expulsaram a gente, povo tentou procurar outro bar, mas já tavam todos fechando porque tava amanhecendo, entao... de volta ao hostel. Ah sim, e uma curiosidade: aqui, como aparentemente nas outras cidades da América do Sul, a cerveja quase sempre é vendida em garrafas de 1 litro que custam por volta de 3 ou 4 pesos (mas um pouco mais caras em bares). Hum... Levamos uma baita chuva no caminho de volta, mas a parte divertida é que ninguém foi dormir. Foram todos para um quarto maior, colocaram um som altíssimo e a festa continuou. Até algumas pessoas que nao tinham saído com a gente e ficaram lá pelo hostel se juntaram a nós. Mas claro que incomodou bastante os que tavam dormindo e nao queriam saber de festa. Durou pouco, mas foi legal porque conheci um sueco de outro hostel chamado Nichlaus (ou algo assim) e revi a Manuela, uma chilena muito meiga que ama o Brasil. Aos poucos o povo foi voltando pra suas camas e eu acabei indo dormir também.
Ontem, tava tudo planejado para eu ir visitar a feira de San Telmo com a Laísa, a outra brasileira, mas acabou caindo um dilúvio e todos ficaram presos no hostel, ainda mais sendo domingo. À tarde encontrei a Manuela e o Carlos, os dois chilenos, novamente, no saguao e decidimos ir ao cinema, já que tava tudo fechado mesmo. O Carlos já teve duas vezes por aqui, entao ele sabe se situar bem. Falando nisso, acho que eles dois sao as únicas pessoas que realmente converso (ou tento) em castellano, porque eles têm mais paciência e falam devagar quando tao conversando comigo. Mas enfim, fomos à um cinema em que se via 2 filmes seguidos pagando apenas 5 pesos, escolhemos Mercador de Veneza e Legado de Violência. Depois fomos num restaurante meio chique e eu FINALMENTE comi carne, até tinha esquecido como era bom isso. Falando em comida, emagreci pra caralho esses últimos dias, vou ver se consigo me alimentar melhor daqui em diante. Mas bem, de volta ao hostel, comprei algumas cervejas e fiquei conversando com o Carlos e a Manuela até todos irem dormir, o que dessa vez aconteceu bem mais cedo, infelizmente.
Bom, hoje acabei dormindo demais e quando acordei todos que conheço já estavam de saída, mas ainda devo ir visitar um teatro histórico aqui (eu realmente deveria lembrar do nome das coisas) e à noite parece que vao fazer uma feijoada!
Bom, anteontem, depois que escrevi, fui com uma pancada de gente pra um show de uma banda de ska chamada Dancing Moods, muito boa, mas nao imaginem nada ultra feliz e quadriculado como se tende a pensar quando se fala em ska. Era uma banda só instrumental e mais cadenciada. Nao fiquei até o fim porque o Jan começou a passar mal e saí com ele e a Laísa pra acompanhá-lo à parada de ônibus. Falando em ônibus, andei pela primeira vez num aqui esse dia e é muito mais... hm... civilizado, aqui. Eles nao tem cobrador, você simplesmente poe umas moedinhas (80 centavos!) numa máquina e entra, mas nao entendi muito bem como sabem se você pagou ou nao, porque nao tem uma catraca nem nada, de qualquer forma, todos pagam. Ainda nao sei andar por aqui, a cidade é imensa e confusa, com muitas ruas diagonais e pra se perder é fácil, fácil. Mas prometo dar uma estudada no guia. Bom, depois do show fomos à um bar em Palermo, que é um bairro com milhoes de bares, cafes e discotecas. E praticamente todos de muito alto nível, bem diferente da maioria de Brasília. A cidade é mesmo linda, e se pode andar pelas ruas tranquilamente, sempre tem um guarda por perto. Mas claro que esses sao só os bairros mais turísticos.
Mas enfim, ficamos lá no bar até todo mundo ficar completamente bêbado e começar a fazer baderna, catando alto, batendo nas mesas e tudo mais. Comandados pelo John, que exceto pelo fato de falar 4 idiomas, é o típico inglês, sempre pronto pra festa; e o Javier, que é o argentino, meu companheiro de quarto.
Essa parte foi a mais chata, porque acabei meio isolado, já que nao falo muito com as pessoas que tavam na mesa ao meu redor, mas bem, o bar fechou e expulsaram a gente, povo tentou procurar outro bar, mas já tavam todos fechando porque tava amanhecendo, entao... de volta ao hostel. Ah sim, e uma curiosidade: aqui, como aparentemente nas outras cidades da América do Sul, a cerveja quase sempre é vendida em garrafas de 1 litro que custam por volta de 3 ou 4 pesos (mas um pouco mais caras em bares). Hum... Levamos uma baita chuva no caminho de volta, mas a parte divertida é que ninguém foi dormir. Foram todos para um quarto maior, colocaram um som altíssimo e a festa continuou. Até algumas pessoas que nao tinham saído com a gente e ficaram lá pelo hostel se juntaram a nós. Mas claro que incomodou bastante os que tavam dormindo e nao queriam saber de festa. Durou pouco, mas foi legal porque conheci um sueco de outro hostel chamado Nichlaus (ou algo assim) e revi a Manuela, uma chilena muito meiga que ama o Brasil. Aos poucos o povo foi voltando pra suas camas e eu acabei indo dormir também.
Ontem, tava tudo planejado para eu ir visitar a feira de San Telmo com a Laísa, a outra brasileira, mas acabou caindo um dilúvio e todos ficaram presos no hostel, ainda mais sendo domingo. À tarde encontrei a Manuela e o Carlos, os dois chilenos, novamente, no saguao e decidimos ir ao cinema, já que tava tudo fechado mesmo. O Carlos já teve duas vezes por aqui, entao ele sabe se situar bem. Falando nisso, acho que eles dois sao as únicas pessoas que realmente converso (ou tento) em castellano, porque eles têm mais paciência e falam devagar quando tao conversando comigo. Mas enfim, fomos à um cinema em que se via 2 filmes seguidos pagando apenas 5 pesos, escolhemos Mercador de Veneza e Legado de Violência. Depois fomos num restaurante meio chique e eu FINALMENTE comi carne, até tinha esquecido como era bom isso. Falando em comida, emagreci pra caralho esses últimos dias, vou ver se consigo me alimentar melhor daqui em diante. Mas bem, de volta ao hostel, comprei algumas cervejas e fiquei conversando com o Carlos e a Manuela até todos irem dormir, o que dessa vez aconteceu bem mais cedo, infelizmente.
Bom, hoje acabei dormindo demais e quando acordei todos que conheço já estavam de saída, mas ainda devo ir visitar um teatro histórico aqui (eu realmente deveria lembrar do nome das coisas) e à noite parece que vao fazer uma feijoada!

1 Comments:
ah... tem um ou outro que trabalha, acho... mas a maioria estuda ou tá de férias.
Post a Comment
<< Home